No início do século XX, Acuruí vivia de sua terra fértil e da força da comunidade.

As festas religiosas, as novenas e as serenatas embalavam as noites.

O café, o milho e o feijão eram cultivados nas encostas, e a vizinhança se ajudava em mutirões e colheitas.

Foi nesse período que nasceu a cultura da solidariedade que ainda hoje define o povo acuruiense — gente simples, mas de coração grandioso.

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